{"product_id":"libro-me-dibujaron-asi-por-que-el-mundo-odia-la-feminidad","title":"Me dibujaron así: Por qué el mundo odia la feminidad","description":"\u003cp data-end=\"1120\" data-start=\"641\"\u003eDesde muito pequena, Noemí López Trujillo aprendeu que a hiperfeminilidade era sinónimo de frivolidade, maldade ou ameaça. \u003cem data-end=\"776\" data-start=\"758\"\u003eMe dibujaron así\u003c\/em\u003e faz parte dessa suspeita precoce para articular uma defesa frontal de tudo aquilo que tem sido considerado “demasiado feminino” e, por isso, superficial ou perverso. Desde Pamela Anderson e Britney Spears até Jessica Rabbit ou La Veneno, a autora revisita ícones culturais castigados e os relê como figuras de resistência, desejo e excesso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1648\" data-start=\"1122\"\u003eO livro entrelaça estas imagens pop com a sua própria história: uma infância como testemunha de Jeová, uma adolescência conturbada e uma maternidade atravessada pelas expectativas sobre como deve ser “uma boa mãe”. Juntamente com os referentes mediáticos aparecem as figuras bíblicas de Jezabel e Salomé, as harpias, as sereias e outras “monstruosas” que a tradição construiu como aviso contra as mulheres perigosamente sedutoras. O resultado é uma defesa lúcida e descomplexada do que é \u003cem data-end=\"1624\" data-start=\"1617\"\u003efemme\u003c\/em\u003e em todas as suas formas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"2274\" data-start=\"1650\"\u003eA meio caminho entre o ensaio cultural e o relato autobiográfico, \u003cem data-end=\"1772\" data-start=\"1718\"\u003eMe dibujaron así. Por qué el mundo odia la feminidad\u003c\/em\u003e desmonta os discursos que reduzem a feminilidade à submissão e docilidade. Num contexto onde se teoriza sem parar sobre as “novas masculinidades”, este livro desloca o foco e pensa como a cultura do estupro se sustenta precisamente no ódio ao feminino. É também uma celebração de tudo o que foi rotulado como “de raparigas”, desde as bimbos e as travestis até às chonis, as putas ou as ciganas, reclamando a feminilidade como identidade política, prazer e campo de batalha.\u003c\/p\u003e\n\u003ch4 data-end=\"2274\" data-start=\"1650\"\u003eSobre a autora\u003c\/h4\u003e\n\u003cp data-end=\"2274\" data-start=\"1650\"\u003e\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\u003cspan\u003eNoemí López Trujillo (Bilbao, 1988) é jornalista e escritora, especializada em informação social e de género. Trabalhou em meios como ABC, 20minutos ou \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"2476\" data-start=\"2464\"\u003eEl Español\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e e atualmente é responsável pela área de Género na Newtral. É autora dos livros \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"2617\" data-start=\"2552\"\u003eVolveremos. Memoria oral de los que se fueron durante la crisis\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e e \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"2638\" data-start=\"2620\"\u003eEl vientre vacío\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e, e do documentário sonoro \u003c\/span\u003e\u003cem data-end=\"2688\" data-start=\"2664\"\u003eLo conocí en un Corpus\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e sobre o assassinato machista de Ana Orantes. Em 2017 recebeu o Prémio Jornalismo Jovem sobre Violência de Género do Injuve.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Ediciones Península","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56320833519960,"sku":"LIB-ME-ED-350","price":18.9,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/me-dibujaron-asi-por-que-el-mundo-odia-la-feminidad-noemi-lopez-trujillo-5721439.jpg?v=1766416812","url":"https:\/\/pt.plasticbooks.com\/products\/libro-me-dibujaron-asi-por-que-el-mundo-odia-la-feminidad","provider":"Plastic Books","version":"1.0","type":"link"}