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Cine Crush
Uma viagem pelo cinema homoerótico involuntário que foi fundamental no nosso despertar sexual.
«Não descobri a minha sexualidade com um colega da escola, nem com um amor de verão. Descobri a minha sexualidade com Kurt Russell em Golpe en la pequeña China».
É assim que começa Cine Crush. El cine homoerótico involuntario en nuestro despertar sexual, o ensaio com o qual o jornalista Popy Blasco revisita alguns dos mitos eróticos que nos fizeram descobrir a nossa orientação através de um monte de filmes comerciais que, na memória, se apresentam como involuntariamente homoeróticos.
O livro percorre centenas de títulos protagonizados por ídolos repletos de erotismo filogay, invisível ao olhar heteronormativo; atores e personagens já lendários que, enquanto em alguns despertavam admiração, na comunidade LGTBIQ+ despertavam desejo.
Além de estabelecer as diferenças entre o cinema LGTBIQ+ e o cinema homoerótico ou filogay, Popy Blasco propõe-nos uma revisão exaustiva de muitas das estrelas do cinema e da televisão que marcaram a geração boomer, a geração X, os millennials e a Gen Z.
Biografia do autor
Popy Blasco (Madrid, 1978), autor de Yo fui teen en los 90, colaborou com diversos meios como El País, Vogue, Rolling Stone, Neo2, Vanidad, V Magazine, Primera Línea, Candy, L’Officiel, Playground ou GQ. Além disso, é professor de coolhunting no IED e no IADE, bem como consultor de tendências sociais e de consumo.
Em 2004 começou a escrever o seu blog PopyB, um dos mais antigos em castelhano. Como gestor cultural, dirigiu a programação do cineclube Cineshock e esteve à frente de podcasts como Radioshock e, atualmente, Pijas Marrones para a Subterfuge Radio.