{"title":"Bellaterra Edicions","description":"","products":[{"product_id":"tipos-duros","title":"Tipos duros","description":"\u003cp data-start=\"26\" data-end=\"370\"\u003e\u003cem data-start=\"26\" data-end=\"39\"\u003eTipos duros\u003c\/em\u003e, de \u003cem data-start=\"44\" data-end=\"56\"\u003ebell hooks\u003c\/em\u003e, é um ensaio fundamental sobre a construção da masculinidade dentro do patriarcado contemporâneo. A partir da perspetiva do feminismo negro, a autora analisa como o patriarcado capitalista supremacista branco impôs aos homens uma máscara de dureza e invulnerabilidade que oculta feridas profundas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"372\" data-end=\"733\"\u003eO que muitas vezes é interpretado como força é, na realidade, uma armadura contra um sistema que limita a sua humanidade e os empurra para a alienação emocional. As expectativas rígidas de género e a falta de amor-próprio, fruto de gerações de opressão interiorizada, dificultam que muitos homens possam desenvolver uma vida emocional e espiritual plena.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"735\" data-end=\"1137\"\u003ebell hooks examina como, ao serem privados de um poder real e de formas saudáveis de afeto, numerosos homens se refugiam em modelos de masculinidade baseados no domínio, no silêncio emocional e na negação da vulnerabilidade. Este ensaio convida a olhar para além dos estereótipos para compreender a dor que pode esconder a identidade masculina dentro de estruturas raciais e sociais opressivas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1139\" data-end=\"1533\"\u003eCom clareza e profundidade, \u003cem data-start=\"1167\" data-end=\"1180\"\u003eTipos duros\u003c\/em\u003e lança um apelo urgente a questionar o patriarcado como passo necessário para a cura coletiva. hooks propõe imaginar uma masculinidade alternativa baseada no amor, na responsabilidade emocional e na integridade. Um livro chave para repensar a masculinidade e entender que a libertação social também passa pela transformação dos homens.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"0\" data-end=\"14\"\u003e\u003cstrong data-start=\"0\" data-end=\"14\"\u003ebell hooks\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"16\" data-end=\"355\"\u003e\u003cem data-start=\"16\" data-end=\"28\"\u003ebell hooks\u003c\/em\u003e foi o nome literário de Gloria Jean Watkins (Hopkinsville, Kentucky, Estados Unidos, 1952–2021), escritora, feminista e ativista cultural. Adoptou o pseudónimo em homenagem à sua bisavó materna, Bell Blair Hooks, e decidiu escrevê-lo sempre em minúsculas para colocar o foco nas ideias mais do que na figura da autora.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"357\" data-end=\"636\"\u003eA sua obra situa-se na interseção entre \u003cstrong data-start=\"392\" data-end=\"416\"\u003eraça, classe e género\u003c\/strong\u003e, uma perspetiva que ajudou a consolidar dentro do pensamento feminista contemporâneo. Ao longo da sua carreira analisou como estas estruturas se entrelaçam para produzir e manter sistemas de opressão na sociedade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"638\" data-end=\"1007\"\u003ePublicou mais de quarenta livros e numerosos ensaios nos quais abordou temas como o feminismo, a masculinidade, a educação, o amor, os meios de comunicação, a cultura e a história afro-americana. Os seus textos combinam reflexão política, crítica cultural e pensamento pedagógico, o que a tornou uma das vozes mais influentes do feminismo contemporâneo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1009\" data-end=\"1151\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003eEntre as suas obras mais conhecidas encontram-se \u003cem data-start=\"1053\" data-end=\"1074\"\u003eEl deseo de cambiar\u003c\/em\u003e e \u003cem data-start=\"1077\" data-end=\"1096\"\u003eEnseñar comunidad\u003c\/em\u003e, também publicadas em Espanha pela Bellaterra Edicions.\u003c\/p\u003e","brand":"Bellaterra Edicions","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56821843460440,"sku":"LIB-TI-BE-530","price":19.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/tipos-duros-bellaterra.jpg?v=1772848908"},{"product_id":"artesanias-biologicas-general-universitaria-sgu","title":"ARTESANÍAS BIOLÓGICAS","description":"\u003cp data-start=\"97\" data-end=\"519\"\u003ePor que biólogas, biólogos e profissionais clínicos precisam ouvir e incorporar as experiências das pessoas, dos coletivos e das culturas intersexo? Como esse diálogo transforma o conhecimento especializado da biologia e as recomendações médicas? Quais são as implicações de definir qual é o comprimento «adequado» de uma vagina e até onde ela pode ou deve ser adaptada, tanto em termos biológicos como existenciais?\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"521\" data-end=\"1063\"\u003eA partir destas perguntas, \u003cem data-start=\"550\" data-end=\"573\"\u003eArtesanías biológicas\u003c\/em\u003e convida a repensar a biologia e a medicina a partir das epistemologias feministas, dos estudos sociais da ciência e da diversidade corposexual. \u003cspan class=\"hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline\"\u003e\u003cspan class=\"whitespace-normal\"\u003eSam Fernández-Garrido\u003c\/span\u003e\u003c\/span\u003e propõe desfazer as divisões rígidas entre os saberes biomédicos especializados e os chamados saberes «leigos», entendendo esta interseção como uma prática bioluminescente capaz de recuperar visões sobre os tecidos, as hormonas e os corpos clinicamente significativos, embora historicamente subordinados.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-start=\"1065\" data-end=\"1652\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\"\u003eA obra constitui uma contribuição relevante para o campo das biologias feministas e propõe pensar a biologia como uma hospitaleira «zona de contacto», atravessada por encontros inesperados. Onde esses encontros são celebrados em vez de serem percebidos como uma ameaça, reaparece a possibilidade de construir coletivamente outros arquivos corporais. Arquivos bioluminescentes que reelaboram a biologia e a clínica, ao mesmo tempo que reivindicam a interseção entre ciência, arte e ativismos como um espaço comum a partir do qual cuidar de uma diversidade que já não pode continuar a ser alienada.\u003c\/p\u003e","brand":"Edicions Bellaterra","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57017645498712,"sku":"LIB-AR-ED-692","price":19.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/artesanias-biologicas-9788419160652-scaled-optimized.jpg?v=1775073232"},{"product_id":"sin-sexo-no-hay-feminismo-un-manifiesto-proporno","title":"Sin sexo no hay feminismo: Un manifiesto proporno","description":"\u003cp\u003eA pornografia pode ser uma ferramenta de emancipação, um lugar seguro para o autodescobrimento sexual. Se o porno deixasse de estar relegado às margens da sociedade, seria possível uma mudança cultural com a qual poderíamos criar um espaço para a diversidade e a igualdade. Paulita Pappel mostra-nos como podemos libertar-nos da vergonha interiorizada e viver uma sexualidade mais livre.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste livro pode ajudar-nos a libertar-nos dos medos associados à sexualidade. É uma proposta para criar lugares onde a diversidade tenha espaço para florescer e possamos viver uma sexualidade autodeterminada. O porno pode ser o caminho que nos ajuda a entender melhor, a descobrir o que realmente queremos e como podemos consegui-lo.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp\u003e«A contribuição de Paulita para uma culturapornográfica mais inclusiva e para uma sociedade prosexo merece toda a nossa atenção». – Erika Lust\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e","brand":"Bellaterra Edicions","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57017684132184,"sku":"SI-BE-695","price":19.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/IMG-0805.jpg?v=1775079885"},{"product_id":"obscenidad-queer","title":"Obscenidad queer","description":"\u003cp\u003e\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\u003cspan\u003eDurante o século XX, os agentes estatais não só censuraram, erradicaram e tentaram impedir a circulação da obscenidade, como também se envolveram contraditoriamente em iniciativas de conservação que nos legaram um extenso arquivo pornográfico queer. Javier Fernández Galeano leva-nos a esse arquivo e mostra-nos como as incongruências das ditaduras de Primo de Rivera e Franco se manifestaram na regulação das culturas materiais eróticas. As autoridades destruíram pornografias heterossexuais enquanto conservavam a erótica queer. Enquanto as reproduções das obras-primas de Tintoretto, Miguel Ângelo e Botticelli foram incineradas para evitar os seus efeitos «desviados», as autoridades judiciais podiam assistir repetidamente à projeção de um filme amador que mostrava um trio gay sem reconhecer a ironia: a sua preocupação não era que se consumisse material obsceno, mas quem o consumia. Centrado nos pornógrafos amadores e no seu erotismo confiscado e censurado, este livro é uma contribuição imprescindível para a história e a teoria da pornografia, demonstrando que a vigilância depende inteiramente da documentação da intimidade e, paradoxalmente, essa vigilância preserva a transgressão. Este livro lança luz sobre a produção, o consumo e a circulação da pornografia e do erotismo no Estado espanhol ao longo do século XX, estabelecendo ligações entre os desejos íntimos queer, a preservação e a censura.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bellaterra Edicions","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57017684558168,"sku":"LIB-OB-BE-696","price":22.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/obscenidad-queer-bellaterra.jpg?v=1775075803"},{"product_id":"el-fantasma-lesbiano-1-serie-general-universitaria","title":"EL FANTASMA LESBIANO","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMesmo quando parece que as presenças lésbicas se tornam carne e osso, com a promessa de que, uma vez surgidas, não há volta atrás, reaparecem as violências e a vigência do fantasma lésbico.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta é uma perseguição daquilo que é inominável e que me acompanhou toda a minha vida até que fui capaz de me reconhecer na sua figura espectral e torná-la carne. Os seus olhos tornaram-se o meu espelho e nomeei-me: lésbica. Olhei-me diretamente nos olhos e, nessa conversa que tivemos, entendi que a espectralidade faz parte da construção social do corpo e da existência lésbica. Mesmo quando parece que as presenças lésbicas se tornam carne e osso, com a promessa de que, uma vez surgidas, não há volta atrás, reaparecem as violências e a vigência do fantasma lésbico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas continuamos a aparecer e a desaparecer. Continuamos a transitar pelos armários, habitando e proliferando nas suas sombras. Desenvolvemos estratégias de sobrevivência entre as trevas para poder continuar a habitar o mundo corporal e o mundo fantasmagórico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePensar o fantasma lésbico é muito diferente de conceptualizar o corpo ou a existência lésbica, é ir além da materialização e pensar para lá da identidade sexual moderna e do seu sujeito político. Para isso, é necessário desenvolver um olhar espectral que identifique e revele as operações de \u003ci\u003eghosting\u003c\/i\u003e das presenças lésbicas e reconstrua genealogias livres da exigência de ter que dar prova de vida, uma prova existencial documentada que só poderia ser fornecida pela historicidade própria da materialidade do sujeito lésbico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO fantasma lésbico tem a sua própria lógica e está na hora de a cartografar.\u003c\/p\u003e","brand":"Bellaterra Edicions","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57017737281880,"sku":"LIB-EL-BE-694","price":19.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/el-fantasma-lesbiano-bellaterra.jpg?v=1775075253"},{"product_id":"libro-perforar-las-masculinidades","title":"Perforar las masculinidades","description":"\u003cdiv class=\"c-book__content__description c-text-base\"\u003e\n\u003cp\u003e«Eu controlo», diz-nos a ficção da autonomia por excelência. A masculinidade não é um problema dos homens, mas sim uma norma social, uma questão coletiva. Deixou de ser vista como uma coisa ou um atributo que os homens possuem, para se tornar um conjunto de práticas inseridas nas relações de género. O sucesso é a bússola biográfica da masculinidade, paradoxalmente, os homens passam boa parte das suas vidas a fracassar, muito longe das trajetórias que os modelos normativos projetam. O presente livro põe na mesa a necessidade de \u003ci\u003eperfurar as masculinidades\u003c\/i\u003e para que sejam mais vulneráveis, para que sejam mais dependentes, para que se deixem afetar. É por isso que propõe reordenar as nossas instituições sociais para que a vulnerabilidade seja uma prioridade, já que os cuidados podem ser um dos âmbitos de maior potencialidade para praticar outras masculinidades. Para isso, teremos de construir sociedades mais habitáveis para todas as pessoas. Este livro é uma conversa imprescindível entre a masculinidade, o futuro e a esperança, um convite a pensar itinerários coletivos mais livres.\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Bellaterra Edicions","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57058793259352,"sku":"LIB-PE-BE-751","price":16.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/perforar-las-masculinidades-bellaterra.jpg?v=1775497215"},{"product_id":"practica-del-amor-sexualidad-lesbiana-deseo-perverso","title":"La práctica del amor: Sexualidad lesbiana y deseo perverso","description":"\u003cdiv class=\"c-book__content__authors\"\u003e\n\u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\n\u003cp data-end=\"556\" data-start=\"131\"\u003eEsta obra é essencial para o pensamento feminista e queer. Nela, \u003cem data-end=\"221\" data-start=\"201\"\u003eTeresa de Lauretis\u003c\/em\u003e mergulha no conceito de «perversão» para redefinir o desejo lésbico, que tradicionalmente tem sido apagado ou patologizado pela teoria \u003cem data-end=\"375\" data-start=\"363\"\u003emainstream\u003c\/em\u003e. Nesta edição, a tradução é da responsabilidade de \u003cem data-end=\"448\" data-start=\"425\"\u003eJavier Sáez del Álamo\u003c\/em\u003e e a ilustração é de \u003cem data-end=\"485\" data-start=\"472\"\u003eDani Rabaza\u003c\/em\u003e, cuja intervenção visual dialoga com os eixos conceptuais do texto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"739\" data-start=\"558\"\u003eNeste análise propõe que a fantasia, o fetichismo e o desejo não são desvios, mas elementos fundamentais que estruturam a sexualidade das mulheres que amam mulheres.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"895\" data-start=\"741\"\u003eUma obra que não só desafia as narrativas heteronormativas, como também oferece um modelo original para entender a subjetividade e o desejo lésbico.\u003c\/p\u003e\n\u003cblockquote\u003e\n\u003cp data-end=\"1018\" data-start=\"897\"\u003e«De Lauretis incentiva as feministas a desestabilizar a normatividade das formas dominantes da identidade sexuada».\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"1035\" data-start=\"1020\"\u003e—Rosi Braidotti\u003c\/p\u003e\n\u003c\/blockquote\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Bellaterra Edicions","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57108062437720,"sku":"LIB-LA-BE-776","price":24.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/la-practica-del-amor-bellaterra.jpg?v=1776190578"},{"product_id":"la-rebelion-de-las-hienas-relatos-corporales-de-personas-intersex","title":"LA REBELIÓN DE LAS HIENAS: Relatos corporales de personas intersex","description":"\u003csection data-turn=\"assistant\" data-scroll-anchor=\"false\" data-testid=\"conversation-turn-2\" data-turn-id=\"request-WEB:fef57cff-cbe6-4efa-9843-f123484bf8e4-0\" dir=\"auto\" class=\"text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [\u0026amp;:has([data-writing-block])\u0026gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]\"\u003e\n\u003cdiv class=\"text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm\/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg\/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)\"\u003e\n\u003cdiv class=\"[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg\/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group\/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn\"\u003e\n\u003cdiv class=\"flex max-w-full flex-col gap-4 grow\"\u003e\n\u003cdiv data-turn-start-message=\"true\" class=\"min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+\u0026amp;]:mt-1\" data-message-model-slug=\"gpt-5-5-thinking\" dir=\"auto\" data-message-id=\"55363e9c-138e-44f7-a6e0-147974ea803e\" data-message-author-role=\"assistant\" tabindex=\"0\"\u003e\n\u003cdiv class=\"flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden\"\u003e\n\u003cdiv class=\"markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word dark markdown-new-styling\"\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUma viagem autobiográfica rumo ao encontro de referências intersexo para iniciar uma revolução. Os relatos das suas protagonistas mostram-nos a construção de uma identidade coletiva na busca de um presente\/futuro de liberdade e com direitos.\u003c\/strong\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCastellón, 2016. Nasce \u003ci\u003eLola\u003c\/i\u003e. A atriz protagonista. Sai ao palco. E vai quebrando, pouco a pouco, o seu silêncio. Viaja, em busca de referências. A primeira \u003ci\u003ehermafrodita a cavalo\u003c\/i\u003e está lá, à espera em Barcelona. À beira do Mediterrâneo aparece outra: \u003ci\u003ela Melero\u003c\/i\u003e. Um telefonema repentino leva-a à Galiza, junto com \u003ci\u003ela vallista del COI\u003c\/i\u003e. Ansiosa, emigra. Instalando-se em Valência encontra, inesperadamente, \u003ci\u003euma miúda do Cabanyal\u003c\/i\u003e. Vive as suas catarse. Em Logroño, dança junto com \u003ci\u003eoutra das machorras\u003c\/i\u003e. Perde o rumo. Descobre \u003ci\u003euma bússola intersexual \u003c\/i\u003esituada num ponto do México. Próximo destino: País Basco. Na carteira ao lado senta-se \u003ci\u003ea Kollontai do século xxi\u003c\/i\u003e. Desde Madrid, irrompe com força a voz de \u003ci\u003euma senhora bem e fetén\u003c\/i\u003e. Entretanto, \u003ci\u003euma ave fénix extrabinarie\u003c\/i\u003e atravessa o céu cinzento de Bizkaia. E, então, dá rosto ao holograma do documentário \u003ci\u003eNo box for me\u003c\/i\u003e. O que falta? Descobrir \u003ci\u003eum notas do distrito sul de Sevilha\u003c\/i\u003e. Voltar a casa. Conversar com \u003ci\u003eas duas que faltavam\u003c\/i\u003e. Parar. Em Salamanca, escreve e performa. Lola empodera-se e Mer desarmariza-se. Finalmente, encontrou uma família intersexo. É hora de defender-se, cacarejar bem alto. Juntas na rebelião das hienas?\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"1740\" data-start=\"1721\"\u003e\u003cstrong data-end=\"1740\" data-start=\"1721\"\u003eSobre a autora\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-end=\"2597\" data-start=\"1742\"\u003eMer Gómez (\u003ca rel=\"noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/mercurito\/\" target=\"_blank\"\u003e@mercurito\u003c\/a\u003e). \u003cmeta charset=\"UTF-8\"\u003e\u003cspan\u003e«Bicha rara. Escrevo desde o cruzamento, sou uma hiena». Ativista intersexo e escritora. Licenciada em Jornalismo. Doutora em Estudos Feministas e de Género pela Universidade do País Basco.   Autora de \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eLa rebelión de las hienas \u003c\/em\u003e\u003cspan\u003ee \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eLas hermafroditas del s. XXI. \u003c\/em\u003e\u003cspan\u003eEscreveu e protagonizou os monólogos para microteatro \u003c\/span\u003e\u003ci\u003eLa revolución de Lola \u003c\/i\u003e\u003cspan\u003ee \u003c\/span\u003e\u003ci\u003eSolo apto para BICHAS RARAS\u003c\/i\u003e\u003cspan\u003e, assim como o curta-documentário \u003c\/span\u003e\u003ci\u003eSe receta silencio. \u003c\/i\u003e\u003cspan\u003eColabora com a revista \u003c\/span\u003e\u003ci\u003ePikara Magazine\u003c\/i\u003e\u003cspan\u003e. Desde 2020, coordena o coletivo i de intersex juntamente com Laura Vila Kremer. Atualmente, como divulgadora, ministra workshops e formações sobre intersexualidades e diversidade corporal. O seu objetivo é colocar no centro as experiências de vida de pessoas intersexo para gerar novos imaginários culturais sobre a intersexualidade.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-is-only-node=\"\" data-is-last-node=\"\" data-end=\"2609\" data-start=\"2599\"\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/div\u003e\n\u003c\/section\u003e","brand":"Bellaterra Edicions","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57242857898328,"sku":"LIB-LA-BE-9391727","price":16.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0925\/8464\/0856\/files\/9788419160973.jpg?v=1778069664"},{"product_id":"libro-de-que-color-son-los-blancos","title":"¿De qué color son los blancos?: Un decálogo de herramientas sobre justicia epistémica","description":"\u003cp\u003eDe que cor são os brancos? A questão que dá título a este livro abre uma dupla leitura da sociedade. Convém sublinhar que a branquitude não é uma mera questão cromática, mas um sistema-mundo assimétrico que alguns ergueram ao serviço de um apetite de poder sustentado na ideologia da exclusão. Desde múltiplas frentes antirracistas, antipatriarcais, antihomofóbicas, anticlassistas e antifronteiras – entre outras –, este livro recorre a um leque de recursos que, embora não exaustivos, dialogam com problemáticas atuais através de um diverso elenco de escritores, artivistas, pensadores críticos, afrociberativistas e agitadores sociais. Todos eles, desde perspetivas heterogéneas, convergem nas lutas de comunidades afrodescendentes e africanas que procuram um reconhecimento institucional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta obra pretende visibilizar as vozes historicamente eclipsadas e empurradas para as margens da normalidade. 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